A Elite Elevadores

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A ELITE Tecnologia em Transporte Vertical Ltda contempla 20 anos de experiência nesse mercado onde iniciamos nossas carreiras em fabricantes multinacionais de elevadores.

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Diferenciais

  • Atendimento Rápido

    Equipe dedicada para facilitar o atendimento e sanar todos os problemas e solicitações de nossos clientes.

  • Tecnologia Avançada

    Profissionais especializados para trabalhar com as melhores marcas de elevadores do mercado.

  • Central de Atendimento

    Contamos com Central de Atendimento 24 Horas para que os problemas de nossos clientes sejam solucionados o mais rápido possível.

Está com problemas em seu Elevador?

A Elite Elevadores está à disposição para solucionarmos os problemas para as mais variadas marcas e modelos do mercado.

Serviços

Nosso principal objetivo é prestar o atendimento com excelência e respeito aos nossos clientes.

Lorem Ipsum é simplesmente uma simulação de texto da indústria tipográfica e de impressos, e vem sendo utilizado desde o século XVI, quando um impressor desconhecido pegou uma bandeja de tipos e os embaralhou para fazer um livro de modelos de tipos.

Nossos Clientes

Segue a relação de alguns de nossos clientes na cidade de São Paulo que integram nossa atual carteira onde prestamos serviços de manutenção.

Modernização

Podemos identificar as "reais" necessidades e oferecer o que é necessário, com produtos de ponta no mercado, sem nenhuma dependência de ferramentas especiais de manutenção. Valorizando assim seu patrimônio, agregando valor ao condomínio. Fazemos um serviço rápido, limpo e com perfeição. Proporcionamos o melhor em Modernização de Elevadores..

Consultoria

Buscamos ser os facilitadores do cliente, onde identificamos os problemas e suas necessidades, relatamos os fatos, propomos soluções, encaminhamos ao cliente e ao responsável pelas ações e cobramos o resultado das ações até o final.

Manutenção em Elevadores

Temos uma equipe formada por profissionais dos mais qualificados, e com muito tempo de trabalho em empresas multinacionais com conhecimento mais do que suficiente para resolver os problemas técnicos e realizar o melhor trabalho na manutenção de elevadores. Focamos a manutenção de elevadores “Preventiva” bem detalhada visando assim uma drástica redução de custos e paralisações dos elevadores. Entendemos de tudo com a melhor eficácia em manutenção de elevadores.

Sobre Nós

A ELITE Tecnologia em Transporte Vertical Ltda. contempla 20 anos de experiência nesse mercado onde iniciamos nossas carreiras em fabricantes multinacionais de elevadores.
Aprendemos, treinamos desde o mais antigo elevador até as mais modernas tecnologias existentes, e para isso, investimos muito na construção de um nome que valorize o trabalho técnico, a imagem e o relacionamento com o cliente, principalmente com transparência nos negócios.
Nosso objetivo é ser um facilitador oferecendo ao cliente, a solução racional e objetiva de seus problemas, tanto na manutenção, modernização ou consultoria.

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Normas

SECIESP

Legislação SECIESP Caso desejar poderá consultar as Normas junto a SECIESP.

ABNT NBR 15597 Subseção 5.8.2
Prevenção do risco de pessoas caírem dento da caixa (protetor de soleira)
O carro deve ter protetor da plataforma de acordo com 8.4 da ABNT NBR NM 207:1999. Onde não for possível, ele deve estar de acordo com o Anexo D.

ABNT NBR NM 207:1999 8.4
8.4 Protetores da soleira
8.4.1 A soleira da plataforma deve ser provida com um protetor estendendo-se em toda a largura da entrada de pavimento que faça face. A seção vertical deve estender-se para baixo por meio de uma dobra cujo ângulo com o plano horizontal deve ser no mínimo 60°. A projeção desta dobra no plano horizontal deve ser no mínimo 20 mm.
O protetor da soleira deve suportar uma força de 700 N distribuída numa área quadrada ou circular de 5 cm2, em qualquer posição, em ângulo reto, sem flexionar mais que 15 mm e sem deformação permanente.
8.4.2 A altura da parte vertical deve ser no mínimo 0,75 m.

ABNT NBR NM 207:1999 Anexo D
Anexo D (normativo)
Inspeções e ensaios antes de entrar em serviço
Antes que o elevador seja posto em serviço, as seguintes inspeções e ensaios devem ser realizados:

D.1 Inspeções
Estas inspeções devem cobrir em particular os seguintes pontos:
a)se houver uma autorização preliminar, comparação dos documentos submetidos nessa ocasião (anexo C) com a instalação, conforme ela tenha sido instalada;
b) verificação de que todas as exigências desta Norma foram atendidas;
c)inspeção visual da aplicação das regras de boa construção dos componentes para os quais esta Norma não tenha exigência especial;
d)comparação dos detalhes fornecidos nos certificados de aprovação para os elementos para os quais os ensaios de tipo são exigidas, com as características do elevador.
D.2 Ensaios e verificações
Estes ensaios e verificações devem cobrir os seguintes pontos:
a)dispositivos de travamento (7.7);
b)dispositivos elétricos de segurança (anexo A);
c)elementos de suspensão e suas amarrações. Devem ser verificados que suas características são aquelas indicadas nos documentos (16.2);
d)sistema de freada (12.4). O ensaio deve ser realizado com o carro descendo com velocidade nominal e com 125% da carga nominal e desligando a alimentação do motor e do freio;
e) Medidas da intensidade de corrente ou da potência e da velocidade;
f) fiação elétrica
1) medida da resistência da isolação dos diferentes circuitos (13.1.3). (Para estas medições todos os componentes eletrônicos serão desligados);
2) verificação da continuidade elétrica da conexão entre o terra da casa de máquinas e as diferentes partes do elevador susceptíveis de se tornarem ativos acidentalmente.
g)limitadores de percurso final (10.5);
h)verificação da tração (9.3);
1)a tração deve ser verificada fazendo diversas paradas com as freadas mais severas compatíveis com a instalação. A cada ensaio, deve ocorrer parada completa do carro;
O ensaio deve ser realizado:
- subindo com a cabina vazia, na parte superior do percurso;
- descendo, com a cabina carregada com 125% da carga nominal, na parte baixa do percurso.
2)deve ser verificado que a cabina vazia não deslocará para cima, quando o contrapeso se apoia em seus pára-choques totalmente comprimidos;
3)deve ser verificado se o balanceamento corresponde àquele do fabricante.
Esta verificação pode ser feita por meio de medições de corrente combinada com:
- medidas de velocidade para motores de corrente alternada;
- medidas de tensão para motores de corrente contínua.

i) limitador de velocidade;
1)a velocidade de desarme do limitador de velocidade deve ser verificada no sentido descendente do carro (9.8.1, 9.8.2, 9.8.3);
2)a operação de controle de parada estabelecida em 9.8.11.1 e 9.8.11.2.deve ser verificada em ambos os sentidos de movimento.
j) freios de segurança do carro (9.7);
A energia que o freio de segurança é capaz de absorver no instante de atuação já foi verificada no ensaio de tipo. O motivo do ensaio antes de entrar em serviço é para verificar a correta montagem, a correta regulagem e a robustez do conjunto carro, freio de segurança, guias e suas fixações ao edifício.
O ensaio deve ser feito com o carro descendente, freio aberto, máquina acionando até que os cabos escorreguem ou tornem-se frouxos nas seguintes condições:
1)freios de segurança instantâneos ou freio de segurança instantâneos com efeito amortecido. A cabina deve ser carregada com a carga nominal uniformemente distribuída e a atuação deve ser feita à velocidade nominal.
2)freios de segurança progressivos. A cabina deve ser carregada com 125% da carga nominal uniformemente distribuída e a atuação deve ser feita à velocidade nominal ou menor sem freada elétrica ou mecânica da máquina.
Quando aplicável sob diferentes condições de velocidade, o fabricante deve dispor de curvas para ilustrar o comportamento do tipo de freio segurança progressivo ensaiado dinamicamente com as suspensões ligadas.
Para facilitar o rearme do freio de segurança, é recomendável que o ensaio seja realizado realizado defronte a porta de modo a facilitar o descarregamento da cabina.
Depois do ensaio, deve ser comprovado que não ocorreu nenhuma avaria que possa afetar o uso normal do elevador. Em casos excepcionais, se for necessário, elementos de atrito devem ser substituídos.
k)freios de segurança do contrapeso (9.7);
A energia que o freio de segurança é capaz de absorver no momento da atuação já foi verificada por ocasião do ensaio de tipo. O motivo do ensaio antes de entrar em serviço é para verificar a correta montagem, a correta regulagem e a robustez do conjunto carro, freio de segurança, guias e suas fixações ao edifício.
O ensaio deve ser feito com o contrapeso descendente, freio aberto, máquina acionando até que os cabos escorreguem ou tornem-se frouxos nas seguintes condições:
1)freios de segurança instantâneos ou freios de segurança instantâneos com efeito amortecido, atuado por limitador de velocidade, amortecido, atuado por limitador de velocidade com a cabina vazia;
2)freios de segurança progressivos. O ensaio deve ser realizado à velocidade nominal ou menor e com a cabina vazia sem a freada elétrica ou mecânica da máquina.
Quando aplicável sob diferentes condições de velocidade, o fabricante deve dispor de curvas para ilustrar o comportamento do tipo de freio de segurança progressivo ensaiado sob aplicação do contrapeso quando dinamicamente ensaiado com as suspensões ligadas.
Depois do ensaio, deve ser constatado que não ocorreu nenhuma avaria que possa prejudicar o uso normal do elevador. Em casos excepcionais, e se for necessário, os elementos de atrito devem ser substituídos.
l)pára-choques (10.3, 10.4);
1)pára-choques do tipo de acumulação de energia. O ensaio deve ser realizado do seguinte modo. O carro com a sua carga nominal deve assentar-se sobre os pára- choques, os cabos tornados frouxos, e a flecha deve ser verificada para ver se corresponde àquela dada pela curva característica requerida no anexo C
2)pára-choques do tipo de acumulação de energia com movimento de retorno amortecido e pára-choques de dissipação de energia.O ensaio deve ser realizado do seguinte modo.
O carro com a sua carga nominal ou o contrapeso deve ser trazido em contato com os pára-choques à velocidade nominal ou à velocidade para a qual o percurso dos pára- choques foi calculado, no caso de uso de pára-choques de percurso reduzido com verificação do retardamento (10.4.3.2).
Depois do ensaio, deve ser constatado que não ocorreu nenhuma avaria que possa prejudicar o uso normal do elevador.m)dispositivo de alarme (14.2.3).


ABNT NBR 15597 Subseção 5.7.6

Proteção contra impacto de portas de cabina e portas pavimento do tipo corrediças horizontais automáticas.

Todos os elevadores devem ser equipados com dispositivos de proteção de portas de acordo com 7.5.2.1 e 8.7.2.1 da ABNT NBR NM 207:1999, e devem atuar com mínimo em toda a zona compreendida entre 25 mm e 1800 mm de altura, medida a partir do piso da cabina. Este dispositivo deve atuar sem necessidade de contato físico com a(s) folha(s) de porta(s).

ABNT NBR NM 207:1999 7.5.2.1

Portas corrediças horizontais

ABNT NBR NM 207:1999 7.5.2.1.1

A força necessária para impedir o fechamento da porta não deve exceder 150 N. A medida desta força não deve ser feita no primeiro terço do percurso da porta

ABNT NBR NM 207:1999 7.5.2.1.2

A energia cinética da porta de pavimento e os elementos mecânicos rigidamente ligados a ela, calculada ou medida a velocidade média de fechamento não deve exceder 10 J.

ABNT NBR NM 207:1999 7.5.2.1.3

Um dispositivo de proteção deve iniciar automaticamente a reabertura da porta caso ela bata (ou esteja na iminência de bater) contra uma pessoa que esteja na entrada durante o movimento de fechamento.

a) Este dispositivo de proteção pode ser o da porta da cabina ( ver 8.7.2.3 ).

b) O efeito do dispositivo pode ser neutralizado durante os últimos 50 mm do percurso da cada folha de porta.

c) No caso de um sistema que torne inoperante o sistema de proteção sensitivo depois de um certo período de tempo, para evitar obstruções prolongadas durante o fechamento da porta, a energia cinética definida acima não deve exceder 4 J com o dispositivo de proteção inoperante.

ABNT NBR NM 207:1999 8.7.2.1.3

Um dispositivo protetor sensível deve iniciar automaticamente a reabertura da porta no caso de uma pessoa ser atingida (ou estar para ser atingida) pela porta ao cruzar a entrada durante o movimento de fechamento da porta.

a) Este dispositivo de proteção pode ser o da porta da cabina ( ver 8.7.2.3 ).

b) O efeito do dispositivo pode ser neutralizado durante os últimos 50 mm do percurso da cada folha de porta.

c) No caso de um sistema que torne inoperante o sistema de proteção sensitivo depois de um certo período de tempo, para evitar obstruções prolongadas durante o fechamento da porta, a energia cinética definida acima não deve exceder 4 J com o dispositivo de proteção inoperante.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.14.2

Botoeira de controle de operação de inspeção e dispositivo de parada
O topo do carro deve ser provido com:
a) uma botoeira de inspeção de acordo com 14.2.1.3 da ABNT NBR NM 207:1999;
b) um dispositivo de parada de acordo com 14.2.2 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 8.14

Equipamento no topo da cabina
O seguinte deve ser instalado no topo da cabina:
a) Dispositivo de controle de acordo com 14.2.1.3
b) Dispositivo de parada de acordo com 14.2.2.2 e 15.3;
c) Tomada elétrica de acordo com 13.6.2

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.1.3

14.2.1.3 Controle da operação de inspeção
Para facilitar a inspeção e a manutenção, deve ser provida no topo da cabina uma botoeira de controle, facilmente acessível. Esta botoeira deve ser posta em operação por meio de um interruptor que deve satisfazer os requisitos para dispositivos elétricos de segurança (14.1.2).
Este interruptor, que deve ser bi-estável, deve ser protegido contra o acionamento involuntário.
As seguintes condições devem ser simultaneamente satisfeitas:
a) a ativação da operação de inspeção deve neutralizar:
1. os controles normais, inclusive a operação de quaisquer portas automáticas;
2. a operação elétrica de emergência (14.2.1.4);
O retorno do elevador ao serviço normal deve somente ser efetivado por outra operação do interruptor de inspeção.
Se os dispositivos de comutação usados para esta neutralização não forem contatos de segurança integrados com o mecanismo do comutador de inspeção, devem ser tomadas precauções para impedir todo movimento involuntário do carro na ocorrência de uma das falhas listadas em 14.1.1.1 no circuito.
b) o movimento do carro deve ser dependente do acionamento de três botões de pressão constante sendo um de subida, um de descida, com os sentidos de movimento claramente indicados, e um botão comum a ambos os sentidos, protegidos contra acionamento acidental. O movimento do carro deve ser conseguido com a atuação simultânea de um dos botões de sentido de movimento e o botão comum
c) o dispositivo de controle deve também incorporar um dispositivo de parada de acordo com 14.2.2;
d) a velocidade do carro não deve exceder 0,75 m/s;
e) as posições extremas do carro, em funcionamento normal, não devem ser ultrapassadas;
f) a operação do elevador deve permanecer dependente dos dispositivos de segurança.
O dispositivo de controle pode também incorporar interruptores especiais protegidos contra operação acidental para controlar o mecanismo das portas a partir do topo da cabina.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
14.2.2.2 Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:
a) no topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) na casa de polias (6.4.5);
c) poço (5.7.2.4).
ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
6.4.5 Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4
5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) Um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor. Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).ABNT NBR 15597 Subseção 5.14.2

Botoeira de controle de operação de inspeção e dispositivo de parada
O topo do carro deve ser provido com:
a) uma botoeira de inspeção de acordo com 14.2.1.3 da ABNT NBR NM 207:1999;
b) um dispositivo de parada de acordo com 14.2.2 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 8.14

Equipamento no topo da cabina
O seguinte deve ser instalado no topo da cabina:
a) Dispositivo de controle de acordo com 14.2.1.3
b) Dispositivo de parada de acordo com 14.2.2.2 e 15.3;
c) Tomada elétrica de acordo com 13.6.2

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.1.3

14.2.1.3 Controle da operação de inspeção
Para facilitar a inspeção e a manutenção, deve ser provida no topo da cabina uma botoeira de controle, facilmente acessível. Esta botoeira deve ser posta em operação por meio de um interruptor que deve satisfazer os requisitos para dispositivos elétricos de segurança (14.1.2).
Este interruptor, que deve ser bi-estável, deve ser protegido contra o acionamento involuntário.
As seguintes condições devem ser simultaneamente satisfeitas:
a) a ativação da operação de inspeção deve neutralizar:
1. os controles normais, inclusive a operação de quaisquer portas automáticas;
2. a operação elétrica de emergência (14.2.1.4);
O retorno do elevador ao serviço normal deve somente ser efetivado por outra operação do interruptor de inspeção.
Se os dispositivos de comutação usados para esta neutralização não forem contatos de segurança integrados com o mecanismo do comutador de inspeção, devem ser tomadas precauções para impedir todo movimento involuntário do carro na ocorrência de uma das falhas listadas em 14.1.1.1 no circuito.
b) o movimento do carro deve ser dependente do acionamento de três botões de pressão constante sendo um de subida, um de descida, com os sentidos de movimento claramente indicados, e um botão comum a ambos os sentidos, protegidos contra acionamento acidental. O movimento do carro deve ser conseguido com a atuação simultânea de um dos botões de sentido de movimento e o botão comum
c) o dispositivo de controle deve também incorporar um dispositivo de parada de acordo com 14.2.2;
d) a velocidade do carro não deve exceder 0,75 m/s;
e) as posições extremas do carro, em funcionamento normal, não devem ser ultrapassadas;
f) a operação do elevador deve permanecer dependente dos dispositivos de segurança.
O dispositivo de controle pode também incorporar interruptores especiais protegidos contra operação acidental para controlar o mecanismo das portas a partir do topo da cabina.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
14.2.2.2 Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:
a) no topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) na casa de polias (6.4.5);
c) poço (5.7.2.4).
ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
6.4.5 Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4
5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) Um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor. Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).


ABNT NBR 15597 Subseção 5.7.8.1

Qualquer destravamento de emergência de uma porta de pavimento somente será possível pelo uso de um dispositivo especial (por exemplo, chave triangular de acordo com 7.7.3.2 da ABNT NBR NM 207:1999).

ABNT NBR NM 207:1999 7.7.3.2
Destravamento de emergência

Quaisquer um das portas de pavimento deve ser capaz de ser destravada no exterior por uma chave que se ajuste ao triângulo de destravamento definido no anexo B.
O dispositivo de destravamento sozinho não deve ser capaz de permanecer na posição destravado quando a porta de pavimento for fechada depois de um destravamento de emergência, a menos que se esteja atuando nele para esse fim.ABNT NBR 15597 Subseção 5.7.8.1

Qualquer destravamento de emergência de uma porta de pavimento somente será possível pelo uso de um dispositivo especial (por exemplo, chave triangular de acordo com 7.7.3.2 da ABNT NBR NM 207:1999).

ABNT NBR NM 207:1999 7.7.3.2
Destravamento de emergência

Quaisquer um das portas de pavimento deve ser capaz de ser destravada no exterior por uma chave que se ajuste ao triângulo de destravamento definido no anexo B.
O dispositivo de destravamento sozinho não deve ser capaz de permanecer na posição destravado quando a porta de pavimento for fechada depois de um destravamento de emergência, a menos que se esteja atuando nele para esse fim.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.9

Dispositivo de parada no poço e na casa de polias

O poço e casa de polias devem ter dispositivos de parada de acordo com 5.7.2.4 e 6.4.5

da ABNT NBR NM 207:1999.
ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4

5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver 15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor.

Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).
ABNT NBR NM 207:1999 15.7

Poço
Sobre ou junto ao interruptor de parada do poço deve estar o símbolo ‘STOP’, colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:

a) No topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1 m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) Na casa de polias (6.4.5);
c) No poço (5.7.2.4).

ABNT NBR NM 207:1999 13.6.2

Devem ser previstas tomadas elétricas no topo da cabina, instaladas em locais visíveis e acessíveis. A alimentação para as tomadas elétricas no topo da cabina, nas casas de máquinas, na casa de polias (se existir) e no poço devem ser derivadas dos circuitos referidos em 13.6.1.
Essas tomadas elétricas são do tipo:
ü Dois pólos mais terra, 250 V, alimentados
ü Alimentadas a muito baixa tensão de segurança, de acordo com CENELEC HD 384.4.41 S1 item 411.
NOTA - O uso das tomadas elétricas acima não implica que o cabo de alimentação tenha uma área de seção transversal correspondente à corrente da tomada elétrica.
A área da seção transversal dos condutores pode ser menor, desde que tais condutores estejam corretamente protegidos contra correntes excessivas.

ABNT NBR NM 207:1999 5.9


Iluminação da caixa
A caixa deve ser provida com iluminação elétrica de instalação permanente, proporcionando iluminação mínima de 20 lx durante reparos e manutenção, mesmo quando todas as portas estão fechadas.
Esta iluminação deve compreender uma lâmpada a 0,5 m em cada um dos pontos mais alto e mais baixo da caixa e lâmpadas intermediárias com distância entre elas não superior a 7 m. Se for feito uso da exceção prevista no caso particular de 5.2.1, esta iluminação pode não ser necessária, se a iluminação elétrica existente nas vizinhanças da caixa for suficiente.

Capítulo 5 - Notas NOTA 1 -Avaliação das forças verticais durante a atuação do freio de segurança.
A força (N) em cada guia durante a atuação do freio de segurança pode ser avaliada aproximadamente aplicando as seguintes fórmulas:
a) Freio de segurança instantâneo:

1) Exceto o tipo de rolo cativo, 25(P+Q);
2) Rolo cativo, 15(P+Q).
b) Freio de segurança progressivo, 10(P+Q) onde:
P é a soma da massa do carro vazio e as massas da porção dos cabos de comando e elementos da compensação (se instalada) suspensos no carro (kg);
Q é a carga nominal (kg).
NOTA 2 - Avaliação da reação no fundo do poço no instante da atuação do freio de segurança ou na atuação dos pára-choques
As reações (N) podem ser avaliadas como segue:
ü Debaixo de cada guia:
Dez vezes a massa da guia (kg) mais a reação (N) no instante da atuação do freio de segurança (se as guias estão suspensas, a reação nos pontos de fixação devem ser avaliadas por analogia com o caso de guias apoiadas no fundo do poço);
ü -Debaixo dos suportes dos pára-choques do carro:
40 vezes a massa (kg) do contrapeso.
NOTA 3-Gráfico ilustrando as folgas superiores. Ver a figura 1.
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina

Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)

Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
a) Por encima de 2 500 kg, añadir 0,16 m2por cada 100 kg más./ Acima de 2500 kgacrescente 0,16 m 2 para cada 100 kg adicionais.

Para cargas intermedias se determina la superficie por interpolación linePara cargas intermediárias a área é determinada porinterpolação line
al/ar.

ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 15.4.5
Sobre ou junto ao interruptor de parada na casa de polias, deve conter o símbolo "STOP" colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.9

Dispositivo de parada no poço e na casa de polias

O poço e casa de polias devem ter dispositivos de parada de acordo com 5.7.2.4 e 6.4.5

da ABNT NBR NM 207:1999.
ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.4

5.7.2.4 Deve existir no poço, disponível para o pessoal de manutenção:
a) um interruptor, facilmente acessível da porta de acesso e do piso do poço, que pare o elevador e mantenha-o parado e que não tenha risco de engano sobre a posição de parada correspondente (ver 15.7);
Um interruptor adicional poderá ser requerido se estas condições não puderem ser atendidas simultaneamente por um único interruptor.

Este(s) interruptor(es) deve(m) atender os requisitos de 14.2.2.2.
b) Uma tomada elétrica atendendo 13.6.2;
c) Meios para ligar a iluminação da caixa (5.9).
ABNT NBR NM 207:1999 15.7

Poço
Sobre ou junto ao interruptor de parada do poço deve estar o símbolo ‘STOP’, colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.2.2
Outros dispositivos de parada
Os dispositivos de parada devem ser providos para parar e manter o elevador fora de serviço, incluindo as portas e deve estar situado:

a) No topo da cabina, numa posição facilmente acessível e no máximo a 1 m a partir do ponto de entrada para o pessoal de manutenção ou inspeção (Este dispositivo pode estar localizado próximo da botoeira de inspeção, se ele não estiver colocado mais que 1 m do ponto de acesso) (8.14);
b) Na casa de polias (6.4.5);
c) No poço (5.7.2.4).

ABNT NBR NM 207:1999 13.6.2

Devem ser previstas tomadas elétricas no topo da cabina, instaladas em locais visíveis e acessíveis. A alimentação para as tomadas elétricas no topo da cabina, nas casas de máquinas, na casa de polias (se existir) e no poço devem ser derivadas dos circuitos referidos em 13.6.1.
Essas tomadas elétricas são do tipo:
ü Dois pólos mais terra, 250 V, alimentados
ü Alimentadas a muito baixa tensão de segurança, de acordo com CENELEC HD 384.4.41 S1 item 411.
NOTA - O uso das tomadas elétricas acima não implica que o cabo de alimentação tenha uma área de seção transversal correspondente à corrente da tomada elétrica.
A área da seção transversal dos condutores pode ser menor, desde que tais condutores estejam corretamente protegidos contra correntes excessivas.

ABNT NBR NM 207:1999 5.9


Iluminação da caixa
A caixa deve ser provida com iluminação elétrica de instalação permanente, proporcionando iluminação mínima de 20 lx durante reparos e manutenção, mesmo quando todas as portas estão fechadas.
Esta iluminação deve compreender uma lâmpada a 0,5 m em cada um dos pontos mais alto e mais baixo da caixa e lâmpadas intermediárias com distância entre elas não superior a 7 m. Se for feito uso da exceção prevista no caso particular de 5.2.1, esta iluminação pode não ser necessária, se a iluminação elétrica existente nas vizinhanças da caixa for suficiente.

Capítulo 5 - Notas NOTA 1 -Avaliação das forças verticais durante a atuação do freio de segurança.
A força (N) em cada guia durante a atuação do freio de segurança pode ser avaliada aproximadamente aplicando as seguintes fórmulas:
a) Freio de segurança instantâneo:

1) Exceto o tipo de rolo cativo, 25(P+Q);
2) Rolo cativo, 15(P+Q).
b) Freio de segurança progressivo, 10(P+Q) onde:
P é a soma da massa do carro vazio e as massas da porção dos cabos de comando e elementos da compensação (se instalada) suspensos no carro (kg);
Q é a carga nominal (kg).
NOTA 2 - Avaliação da reação no fundo do poço no instante da atuação do freio de segurança ou na atuação dos pára-choques
As reações (N) podem ser avaliadas como segue:
ü Debaixo de cada guia:
Dez vezes a massa da guia (kg) mais a reação (N) no instante da atuação do freio de segurança (se as guias estão suspensas, a reação nos pontos de fixação devem ser avaliadas por analogia com o caso de guias apoiadas no fundo do poço);
ü -Debaixo dos suportes dos pára-choques do carro:
40 vezes a massa (kg) do contrapeso.
NOTA 3-Gráfico ilustrando as folgas superiores. Ver a figura 1.
Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)
Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina

Carga nominal, (masa)/ Carga nominal, (massa)

Superficie útil máx. de cabina/ Área máxima da cabina
a) Por encima de 2 500 kg, añadir 0,16 m2por cada 100 kg más./ Acima de 2500 kgacrescente 0,16 m 2 para cada 100 kg adicionais.

Para cargas intermedias se determina la superficie por interpolación linePara cargas intermediárias a área é determinada porinterpolação line
al/ar.

ABNT NBR NM 207:1999 6.4.5
Interruptor de parada
Deve ser instalado na casa de polias, próximo ao ponto de acesso, um interruptor de parada que pare e mantenha parado o elevador, de modo que não haja possibilidade de engano quanto à posição de parada (ver 15.4.5). O interruptor deve atender os requisitos de 14.2.2.2.

ABNT NBR NM 207:1999 15.4.5
Sobre ou junto ao interruptor de parada na casa de polias, deve conter o símbolo "STOP" colocado de modo que não haja perigo de engano sobre a posição de parada.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.9.4

Sobre velocidade do carro em movimento ascendente e movimento descontrolado do carro com as portas abertas
Os elevadores elétricos devem estar de acordo com os seguintes requisitos:

a) Os elevadores de tração com contrapeso devem possuir meios de proteção contra o excesso de velocidade que devem agir no carro, no contrapeso, no sistema de cabos (de suspensão ou compensação) ou na polia motriz (por exemplo, diretamente na polia ou no mesmo eixo na vizinhança da polia) e os meios não devem admitir um retardamento do carro com a cabina vazia, excedendo 1gn durante a fase de parada;
b) As máquinas devem ser instaladas com freio de ação dupla conforme definido em 5.12.1;

ABNT NBR 15597 5.12.1
c) Elevadores com máquinas onde o risco de falha entre o freio e a polia de tração e significativo devem ter, por exemplo, um meio de proteção contra o movimento descontrolado do carro para cima ou para baixo com as portas abertas ou a máquina de tração deve ser substituída por uma máquina do tipo conforme a Secção 12 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 Secção 12

NOTA 1 Convém que os requisitos de avaliação de a) até c) acima sejam conduzidos caso a caso, levando-se consideração fatores específicos, por exemplo, eixo da polia de tração com três apoios, projeto do freio, velocidade nominal de percurso, carga máxima de desequilíbrio, percurso, folgas existentes na última altura, altura do carro, razão de engrenamento, projeto de rosca sem fim e dentes da coroa, fixação da coroa, idade da máquina, freqüência de uso etc.
NOTA 2 A lista a seguir dá orientação sobre os meios de proteção contra o movimento descontrolado do carro:

a) Detectar movimentos descontrolados para fora de um pavimento, com portas de pavimento destravadas e portas da cabina não fechadas;

b) Ser ativados, o mais tardar, quando o carro deixa a zona de destravamento;
c) Atuar no sistema de cabos do carro ou do contrapeso ou na polia de tração;
d) Parar o carro a uma distancia no máximo 0,90 m do pavimento;
e) Parar o carro com um retardamento máximo de 1gn;
f) Requerer a intervenção de uma pessoa competente para a liberação do meio de proteção.

Embora não conste na ABNT NBR NM 207:1999, recomenda-se uma análise de risco para estabelecer a necessidade da instalação deste dispositivoABNT NBR 15597 Subseção 5.9.4

Sobre velocidade do carro em movimento ascendente e movimento descontrolado do carro com as portas abertas
Os elevadores elétricos devem estar de acordo com os seguintes requisitos:

a) Os elevadores de tração com contrapeso devem possuir meios de proteção contra o excesso de velocidade que devem agir no carro, no contrapeso, no sistema de cabos (de suspensão ou compensação) ou na polia motriz (por exemplo, diretamente na polia ou no mesmo eixo na vizinhança da polia) e os meios não devem admitir um retardamento do carro com a cabina vazia, excedendo 1gn durante a fase de parada;
b) As máquinas devem ser instaladas com freio de ação dupla conforme definido em 5.12.1;

ABNT NBR 15597 5.12.1
c) Elevadores com máquinas onde o risco de falha entre o freio e a polia de tração e significativo devem ter, por exemplo, um meio de proteção contra o movimento descontrolado do carro para cima ou para baixo com as portas abertas ou a máquina de tração deve ser substituída por uma máquina do tipo conforme a Secção 12 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 Secção 12

NOTA 1 Convém que os requisitos de avaliação de a) até c) acima sejam conduzidos caso a caso, levando-se consideração fatores específicos, por exemplo, eixo da polia de tração com três apoios, projeto do freio, velocidade nominal de percurso, carga máxima de desequilíbrio, percurso, folgas existentes na última altura, altura do carro, razão de engrenamento, projeto de rosca sem fim e dentes da coroa, fixação da coroa, idade da máquina, freqüência de uso etc.
NOTA 2 A lista a seguir dá orientação sobre os meios de proteção contra o movimento descontrolado do carro:

a) Detectar movimentos descontrolados para fora de um pavimento, com portas de pavimento destravadas e portas da cabina não fechadas;

b) Ser ativados, o mais tardar, quando o carro deixa a zona de destravamento;
c) Atuar no sistema de cabos do carro ou do contrapeso ou na polia de tração;
d) Parar o carro a uma distancia no máximo 0,90 m do pavimento;
e) Parar o carro com um retardamento máximo de 1gn;
f) Requerer a intervenção de uma pessoa competente para a liberação do meio de proteção.

Embora não conste na ABNT NBR NM 207:1999, recomenda-se uma análise de risco para estabelecer a necessidade da instalação deste dispositivo


ABNT NBR 15597 Subseção 5.9.3

Dispositivo tensor do cabo do limitador
O dispositivo tensor do cabo do limitador de velocidade deve conter um dispositivo de segurança de acordo com 9.8.11.3 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 9.8.11.3
9.8.11.3 A ruptura ou o afrouxamento do cabo do limitador de velocidade deve causar a parada do motor por meio de um dispositivo elétrico de segurança (14.1.2).

ABNT NBR NM 207:1999 14.1.2
14.1.2 Dispositivos elétricos de segurança
14.1.2.1 Disposições gerais
14.1.2.1.1 Quando da atuação de um dos dispositivos de segurança listados no anexo A o movimento da máquina deve ser impedido ou ela deve ser parada imediatamente como indicado em 14.1.2.4.
Os dispositivos elétricos de segurança devem consistir de:
a) um ou mais contatos de segurança atendendo 14.1.2.2 cortando diretamente a alimentação para os contactores referidos em 12.7 ou seus contactores de relés; ou
b) b) circuitos de segurança atendendo 14.1.2.3, consistindo de:

1) um ou mais contatos de segurança atendendo 14.1.2.2 não cortando diretamente a alimentação para os contactores referidos em 12.7 ou seus contactores auxiliares, ou
2) 2) contatos não atendendo os requisitos de 14.1.2.2.
14.1.2.1.2 A menos das exceções permitidas nesta Norma, nenhum equipamento elétrico deve ser ligado em paralelo com um dispositivo elétrico de segurança.
NOTA - Ligações a diferentes pontos da corrente de segurança elétrica somente são permitidas para obter informação e os dispositivos usados com esse propósito devem atender os requisitos para circuitos de segurança conforme 14.1.2.3.
14.1.2.1.3 Os efeitos de indução ou capacidade próprias ou exteriores não devem causar a falha de dispositivos elétricos de segurança.
14.1.2.1.4 Um sinal de saída vindo de um dispositivo elétrico de segurança não deve ser alterado por um sinal parasita proveniente de outro dispositivo elétrico de segurança ligado no mesmo circuito, que possa resultar uma situação perigosa.
14.1.2.1.5 Em circuitos de segurança, contendo dois ou mais canais paralelos, toda informação, à exceção da necessária à verificação da paridade, deve ser conduzida somente por um único canal.
14.1.2.1.6 Circuitos que registram ou temporizam sinais não devem, mesmo em caso de falha, impedir ou atrasar sensivelmente a parada da máquina através da atuação de um dispositivo elétrico de segurança.
14.1.2.1.7 A construção e o arranjo de dispositivos internos de alimentação de energia devem ser tais que evitem o aparecimento de sinais falsos à saída de dispositivos elétricos de segurança devido ao efeito de comutação.

Em particular, picos de tensão resultantes da operação normal do elevador ou outro equipamento ligado à rede não deve criar distúrbios inadmissíveis nos componentes eletrônicos (imunidade a ruídos).
14.1.2.2 Contatos de segurança

14.1.2.2.1 A operação do contato de segurança deve ser por separação positiva dos dispositivos de corte do circuito. Esta separação deve ocorrer mesmo se os contatos estiverem colados entre si.
O projeto de um contato de segurança deve ser tal que minimize o risco de curto circuito resultante de uma falha de componente.
NOTA - A abertura positiva é obtida quando todos os elementos de corte são levados à sua posição de abertura e quando, para uma significativa parte do percurso, não há membros resilientes (por exemplo, molas) entre os contatos móveis e a parte do atuador onde a força de atuação é aplicada.
14.1.2.2.2 Os contatos de segurança devem ser providos para uma tensão nominal de isolação de 250 V, se o invólucros proporcionam um grau de proteção pelo menos IP 4X; ou 500 V, se o grau de proteção do invólucro é menor que IP 4X.
Os contatos de segurança devem pertencer às seguintes categorias definidas em a norma EN 60947-5-1:

a) AC-15, para contatos de segurança de circuitos de corrente alternada;
b) b) DC-13, para contatos de segurança de circuitos de corrente contínua.
14.1.2.2.3 Se o invólucro de proteção não é pelo menos do tipo IP 4X, as folgas devem ser de pelo menos 3 mm, as distâncias do salto de faísca pelo menos de 4 mm e as distâncias para corte dos contatos pelo menos 4 mm após a separação.
Se a proteção for melhor que IP 4X, as distâncias do salto de faísca podem ser reduzidas para 3 mm.
14.1.2.2.4 No caso de cortes múltiplos, depois da separação, a distância entre os contatos deve ser pelo menos 2 mm.
14.1.2.2.5 A abrasão do material condutor não deve provocar curto-circuito dos contatos.

14.1.2.3 Circuitos de segurança

14.1.2.3.1 Os circuitos de segurança devem atender os requisitos de 14.1.1 relativos ao aparecimento de uma falha.

14.1.2.3.2 Além disso:
a) se uma falha combinada com uma segunda falha pode conduzir a uma situação perigosa, o elevador deve ser parado o mais tardar até a próxima seqüência da operação na qual o primeiro elemento defeituoso deveria participar.
Toda operação adicional do elevador deve ser impossível enquanto persistir o defeito;
A possibilidade de uma segunda falha ocorrer, após a primeira e antes que o elevador tenha sido parado pela seqüência mencionada, não é considerada.
b) se uma situação perigosa pode somente ocorrer através de diversas falhas combinadas, a parada do elevador e a sua permanência na posição parada deve ocorrer o mais tardar antes da ocorrência possível da falha que, em combinação com a falha já existente, possa conduzir a uma situação perigosa;
c) ao restabelecer a alimentação de força depois que ela tiver sido desligada, a permanência do elevador na posição parada não é necessária desde que durante a próxima seqüência uma parada seja imposta nos casos cobertos por a e b) precedentes;
d) nos circuitos de redundância, devem ser tomadas medidas para limitar ao mínimo possível o risco de uma única causa provocar defeito simultaneamente nesses circuitos.

14.1.2.4 Operação dos dispositivos elétricos de segurança
Quando estiverem operando para garantir segurança, os dispositivos elétricos de segurança devem impedir a partida da máquina ou iniciar imediatamente a sua parada. A alimentação elétrica do freio deve ser igualmente cortada.
Os dispositivos elétricos de segurança devem agir diretamente no equipamento que controla a alimentação da máquina de acordo com os requisitos de 12.7.
Se, por causa da potência a ser transmitida, foram dos contactores de relé para controlar a máquina, estes devem ser considerados como equipamento que controlam diretamente a alimentação da máquina, para partida e parada.

14.1.2.5 Controle dos dispositivos elétricos de segurança
Os componentes que controlam os dispositivos elétricos de segurança devem ser construídos de modo a poderem funcionar adequadamente mesmo sob esforço mecânico resultante da operação contínua normal.

Se os dispositivos para controlar os dispositivos elétricos de segurança forem, por motivo de sua instalação, acessíveis a pessoas, eles devem ser construídos de tal maneira que não possam tornar- se inoperantes por meios simples.
NOTA - Um ímã ou uma ponte elétrica não é considerado um meio simples.
Se alguns circuitos de segurança são redundantes, deve ser assegurado por meio de arranjos mecânicos ou geométricos dos elementos transmissores aos órgãos de entrada que uma falha mecânica não cause perda de redundância que possa passar despercebida.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.5.8
Acesso ao poço

O poço dever ter acesso e saída adequados e seguros de acordo com 5.7.2.2 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 5.7.2.2

5.7.2.2 Se existe uma porta de acesso ao poço, que não seja a porta de pavimento, ela deve atender as exigências de 5.2.2. Se a profundidade do poço exceder 2,5 m, tal porta deve ser instalada.

ABNT NBR NM 207:1999 5.2.2

5.2.2 Portas de inspeção e de emergência - Portinholas de inspeção

5.2.2.1 Portas de inspeção e emergência e portinholas de inspeção devem fechar toda a abertura.
5.2.2.1.1 As portas de inspeção devem possuir altura mínima de 1,40 m e largura mínima de 0,65 m.
As portas de emergência devem possuir altura mínima de 1,80 m e largura mínima de 0,35 m.
As portinholas de inspeção devem possuir altura máxima de 0,50 m e largura máxima de 0,50 m.
Portas de inspeção e emergência e portinholas de inspeção para a caixa não são permitidos exceto em concordância com a segurança dos usuários ou as exigências de manutenção.
5.2.2.1.2 Quando ocorrer um percurso muito grande na caixa sem porta de pavimento, deve ser provida a evacuação dos passageiros da cabina, situado a uma distância que não exceda 11 m, por meio de uma porta de emergência na caixa, ao nível do pavimento.
3) Instalações de elevadores com fechamento incompleto de sua caixa deve somente ocorrer depois de considerações plenas sobre o tipo de pessoas para as quais ele será acessível (isto é, crianças sozinhas, vândalos, turma da limpeza, etc) e o ambiente no qual ele irá operar.
Essa exigência não se aplicará nos casos de cabinas adjacentes, que permitam a evacuação de uma para outra através de uma porta de emergência lateral atendendo às exigências de 8.11.3.
5.2.2.2 Portas de inspeção e emergência e portinholas de inspeção não se devem abrir para o interior da caixa.
5.2.2.2.1 As portas e as portinholas devem ser providas de trava com chave permitindo o fechamento autônomo e fechar e travar sem o uso da chave.
O destravamento pelo lado do pavimento será apenas por chave diferente de qualquer outra existente no edifício e que deverá estar em poder de pessoa qualificada. Esta chave poderá ser a mesma que abre as portas de pavimento.
As portas de inspeção e emergência devem poder ser abertas a partir do interior da caixa sem chave mesmo estando travadas.

5.2.2.2.2 O funcionamento do elevador somente deve ser possível quando as portas previstas em 5.2.2.1.1estiverem fechadas e travadas. Este travamento deve ser assegurado por um dispositivo elétrico de segurança de acordo com 14.1.2.

O funcionamento do elevador com portinhola de inspeção aberta é permitida durante operação de inspeção, se tal operação requer a atuação contínua de dispositivo (acessível somente quando o portinhola de inspeção está aberta) que permita curto-circuitar o dispositivo elétrico de segurança que controla o fechamento da portinhola.

5.2.2.3 As portas de inspeção e de emergência e as portinholas de inspeção devem ser não perfuradas e satisfazer as mesmas condições de resistência mecânica que as portas de pavimento e atender os regulamentos relevantes de proteção ao fogo para o edifício onde estão instaladas.

ABNT NBR NM 207:1999 8.11.3

Podem ser usadas portas de emergência laterais no caso de cabinas adjacentes, entretanto, a distância entre as cabinas não deve exceder 0,75 m [ver especialmente (5.2.2.1.2)].
Se existem portas de emergência, elas devem medir pelo menos 1,80 m de altura e 0,35 m de largura.

ABNT NBR NM 207:1999 5.2.2.1.2

5.2.2.1.2 Quando ocorrer um percurso muito grande na caixa sem porta de pavimento, deve ser provida a evacuação dos passageiros da cabina, situado a uma distância que não exceda 11 m, por meio de uma porta de emergência na caixa, ao nível do pavimento.

3) Instalações de elevadores com fechamento incompleto de sua caixa deve somente ocorrer depois de considerações plenas sobre o tipo de pessoas para as quais ele será acessível (isto é, crianças sozinhas, vândalos, turma da limpeza, etc) e o ambiente no qual ele irá operar.
Essa exigência não se aplicará nos casos de cabinas adjacentes, que permitam a evacuação de uma para outra através de uma porta de emergência lateral atendendo às exigências de 8.11.3.

ABNT NBR NM 207:1999 14.1.2

Dispositivos elétricos de segurança

14.1.2.1 Disposições gerais

14.1.2.1.1 Quando da atuação de um dos dispositivos de segurança listados no anexo A, o movimento da máquina deve ser impedido ou ela deve ser parada imediatamente como indicado em 14.1.2.4.

Os dispositivos elétricos de segurança devem consistir de:
a) um ou mais contatos de segurança atendendo 14.1.2.2 cortando diretamente a alimentação para os contactores referidos em 12.7 ou seus contactores de relés; ou
b) circuitos de segurança atendendo 14.1.2.3, consistindo de:
1. um ou mais contatos de segurança atendendo 14.1.2.2 não cortando diretamente a alimentação para os contactores referidos em 12.7 ou seus contactores auxiliares, ou
2. contatos não atendendo os requisitos de 14.1.2.2.
14.1.2.1.2 A menos das exceções permitidas nesta Norma, nenhum equipamento elétrico deve ser ligado em paralelo com um dispositivo elétrico de segurança.
NOTA - Ligações a diferentes pontos da corrente de segurança elétrica somente são permitidas para obter informação e os dispositivos usados com esse propósito devem atender os requisitos para circuitos de segurança conforme 14.1.2.3.
14.1.2.1.3 Os efeitos de indução ou capacidade próprias ou exteriores não devem causar a falha de dispositivos elétricos de segurança.
14.1.2.1.4 Um sinal de saída vindo de um dispositivo elétrico de segurança não deve ser alterado por um sinal parasita proveniente de outro dispositivo elétrico de segurança ligado no mesmo circuito, que possa resultar uma situação perigosa.
14.1.2.1.5 Em circuitos de segurança, contendo dois ou mais canais paralelos, toda informação, à exceção da necessária à verificação da paridade, deve ser conduzida somente por um único canal.
14.1.2.1.6 Circuitos que registram ou temporizam sinais não devem, mesmo em caso de falha, impedir ou atrasar sensivelmente a parada da máquina através da atuação de um dispositivo elétrico de segurança.
14.1.2.1.7 A construção e o arranjo de dispositivos internos de alimentação de energia devem ser tais que evitem o aparecimento de sinais falsos à saída de dispositivos elétricos de segurança devido ao efeito de comutação.
Em particular, picos de tensão resultantes da operação normal do elevador ou outro equipamento ligado à rede não deve criar distúrbios inadmissíveis nos componentes eletrônicos (imunidade a ruídos).

14.1.2.2 Contatos de segurança

14.1.2.2.1 A operação do contato de segurança deve ser por separação positiva dos dispositivos de corte do circuito. Esta separação deve ocorrer mesmo se os contatos estiverem colados entre si.
O projeto de um contato de segurança deve ser tal que minimize o risco de curto circuito resultante de uma falha de componente.

NOTA - A abertura positiva é obtida quando todos os elementos de corte são levados à sua posição de abertura e quando, para uma significativa parte do percurso, não há membros resilientes (por exemplo, molas) entre os contatos móveis e a parte do atuador onde a força de atuação é aplicada.
14.1.2.2.2 Os contatos de segurança devem ser providos para uma tensão nominal de isolação de 250 V, se o invólucros proporcionam um grau de proteção pelo menos IP 4X; ou 500 V, se o grau de proteção do invólucro é menor que IP 4X.
Os contatos de segurança devem pertencer às seguintes categorias definidas em a norma EN 60947-5-1:
a) AC-15, para contatos de segurança de circuitos de corrente alternada;
b) DC-13, para contatos de segurança de circuitos de corrente contínua.
14.1.2.2.3 Se o invólucro de proteção não é pelo menos do tipo IP 4X, as folgas devem ser de pelo menos 3 mm, as distâncias do salto de faísca pelo menos de 4 mm e as distâncias para corte dos contatos pelo menos 4 mm após a separação. Se a proteção for melhor que IP 4X, as distâncias do salto de faísca podem ser reduzidas para 3 mm.
14.1.2.2.4 No caso de cortes múltiplos, depois da separação, a distância entre os contatos deve ser pelo menos 2 mm.
14.1.2.2.5 A abrasão do material condutor não deve provocar curto-circuito dos contatos.

14.1.2.3 Circuitos de segurança
14.1.2.3.1 Os circuitos de segurança devem atender os requisitos de 14.1.1 relativos ao aparecimento de uma falha.
14.1.2.3.2 Além disso:
a) se uma falha combinada com uma segunda falha pode conduzir a uma situação perigosa, o elevador deve ser parado o mais tardar até a próxima seqüência da operação na qual o primeiro elemento defeituoso deveria participar.
Toda operação adicional do elevador deve ser impossível enquanto persistir o defeito;
A possibilidade de uma segunda falha ocorrer, após a primeira e antes que o elevador tenha sido parado pela seqüência mencionada, não é considerada.
b) se uma situação perigosa pode somente ocorrer através de diversas falhas combinadas, a parada do elevador e a sua permanência na posição parada deve ocorrer o mais tardar antes da ocorrência possível da falha que, em combinação com a falha já existente, possa conduzir a uma situação perigosa;
c) ao restabelecer a alimentação de força depois que ela tiver sido desligada, a permanência do elevador na posição parada não é necessária desde que durante a próxima seqüência uma parada seja imposta nos casos cobertos por a) e b) precedentes;
d) nos circuitos de redundância, devem ser tomadas medidas para limitar ao mínimo possível o risco de uma única causa provocar defeito simultaneamente nesses circuitos.
14.1.2.4 Operação dos dispositivos elétricos de segurança

Quando estiverem operando para garantir segurança, os dispositivos elétricos de segurança devem impedir a partida da máquina ou iniciar imediatamente a sua parada. A alimentação elétrica do freio deve ser igualmente cortada.
Os dispositivos elétricos de segurança devem agir diretamente no equipamento que controla a alimentação da máquina de acordo com os requisitos de 12.7.
Se, por causa da potência a ser transmitida, foram usados contactores de relé para controlar a máquina, estes devem ser considerados como equipamento que controlam diretamente a alimentação da máquina, para partida e parada.
14.1.2.5 Controle dos dispositivos elétricos de segurança.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.8.6
Proteção no teto da cabina

O teto da cabina deve ser verificado para assegurar que a distancia livre no plano horizontal além e perpendicular à sua borda externa não exceda 0,30 m. Se não for o caso, então uma das seguintes medidas deve ser tomada:

a) O teto da cabina deve ser estendido para que a distancia livre seja menor do 0,30 m;
b) Uma balaustrada deve ser instalada no teto da cabina de acordo com ABNT NBR NM 207:1999, 8.12.1 c);
c) Uma divisória deve ser instalada conforme ABNT NBR NM 207:1999, 5.6.2.

ABNT NBR NM 207:1999 8.12.1 c)
d) Dispor de uma balaustrada quando o espaço livre no plano horizontal para além da extremidade do teto da cabina exceder 0,30 m.

Conforme NM 207:1999 – 8.12.1.c
O guarda corpo deve existir em todos os elevadores em que o espaço livre no plano horizontal entre a cabina e as paredes da caixa for maior que 0,3 m.
O guarda corpo deve consistir de:
- um corrimão com no mínimo 0,7 m de altura;
- um rodapé de 0,10 m de altura;
- uma barra intermediária a meia altura.

A distância horizontal entre a borda mais exterior do corrimão e as partes na caixa (contrapeso, interruptores, limites, guias, etc) deve ser pelo menos de 0,10 m.
A balaustrada no lado de acesso deve prover segurança e facilidade de acesso ao topo da cabina.
O corrimão deve ser localizado dentro de 0,15 m no máximo das extremidades do teto da cabina.
Serão considerados fora de norma os guarda corpos que não atenderem os requisitos citados acima.

ABNT NBR NM 207:1999 5.6
5.6 Caixa contendo carros e contrapesos pertencentes a diversos elevadores
5.6.1 Na parte inferior da caixa deve existir uma divisória separando as partes móveis (carro ou contrapeso) de diferentes elevadores.
Esta divisória deve estender-se a partir do extremo inferior das trajetórias dos órgãos móveis até uma altura de 2,5 m no mínimo acima do fundo do poço.
5.6.2 Além disso, se a distância horizontal entre a extremidade do teto da cabina e uma parte móvel (carro ou contrapeso) de um elevador adjacente é menor que 0,3 m, a proteção mencionada em 5.6.1 deve estender-se por toda a altura da caixa e sobre a largura efetiva.
A largura deve ser pelo menos igual à da parte móvel ou a parte dela que deve ser protegida, mais 0,1 m de cada lado.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.14.4
5.14.4 Comunicação entre a cabina, casa de máquinas e portaria do edifício
Onde não houver meios de comunicação audível entre a cabina, casa de máquinas e portaria, um sistema de intercomunicação, ou dispositivo similar, deve ser instalado de acordo com 14.2.3.5 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.3.5
14.2.3.5 Um sistema de intercomunicação, ou dispositivo similar, alimentado pela fonte de emergência referida em 8.16.3, deve ser instalado entre o interior da cabina, a casa de máquinas e a portaria.
8.16.3 Deve haver uma fonte de emergência automaticamente recarregável a qual deve ser capaz de alimentar pelo menos duas lâmpadas de igual potência (ou qualquer outro meio emissor de luz) por uma hora no mínimo, de forma a assegurar um iluminamento mínimo de 2 lx, medido em qualquer ponto da botoeira da cabina. Estas lâmpadas devem ser ativadas imediata e automaticamente por falha do fornecimento normal de energia.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.8.8.2
A iluminação de emergência deve ser fornecida de acordo com 8.16.4 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 8.16
8.16.3 Deve haver uma fonte de emergência automaticamente recarregável a qual deve ser capaz de alimentar pelo menos duas lâmpadas de igual potência (ou qualquer outro meio emissor de luz) por uma hora no mínimo, de forma a assegurar um iluminamento mínimo de 2 lx, medido em qualquer ponto da botoeira da cabina. Estas lâmpadas devem ser ativadas imediata e automaticamente por falha do fornecimento normal de energia.
8.16.4 E a alimentação referida acima é também usada para alimentar o sinal do alarme de emergência referido por 14.2.3, sua capacidade deve ser convenientemente avaliada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.3
14.2.3 Alarme de emergência
14.2.3.1 Para conseguir ajuda externa, se necessário, os passageiros devem ter disponível na cabina, com este propósito, um dispositivo facilmente identificável e acessível.
14.2.3.2 Este dispositivo deve ser alimentado pela fonte de iluminação de emergência prevista em 8.16.3 ou por outra fonte equivalente.
14.2.3.3 Este dispositivo deve acionar um sistema de alarme acústico a cada 30 m de caixa e na portaria. Além deste, deve instalar-se um sistema de intercomunicação, conforme 14.2.3.5.
14.2.3.4 A organização do edifício deverá permitir que se responda eficazmente a chamada de resgate em um prazo razoável.
14.2.3.5 Um sistema de intercomunicação, ou dispositivo similar, alimentado pela fonte de emergência referida em 8.16.3, deve ser instalado entre o interior da cabina, a casa de máquinas e a portaria.


ABNT NBR 15597 Subseção 5.8.8.2
A iluminação de emergência deve ser fornecida de acordo com 8.16.4 da ABNT NBR NM 207:1999.

ABNT NBR NM 207:1999 8.16
8.16.3 Deve haver uma fonte de emergência automaticamente recarregável a qual deve ser capaz de alimentar pelo menos duas lâmpadas de igual potência (ou qualquer outro meio emissor de luz) por uma hora no mínimo, de forma a assegurar um iluminamento mínimo de 2 lx, medido em qualquer ponto da botoeira da cabina. Estas lâmpadas devem ser ativadas imediata e automaticamente por falha do fornecimento normal de energia.
8.16.4 E a alimentação referida acima é também usada para alimentar o sinal do alarme de emergência referido por 14.2.3, sua capacidade deve ser convenientemente avaliada.

ABNT NBR NM 207:1999 14.2.3
14.2.3 Alarme de emergência
14.2.3.1 Para conseguir ajuda externa, se necessário, os passageiros devem ter disponível na cabina, com este propósito, um dispositivo facilmente identificável e acessível.
14.2.3.2 Este dispositivo deve ser alimentado pela fonte de iluminação de emergência prevista em 8.16.3 ou por outra fonte equivalente.
14.2.3.3 Este dispositivo deve acionar um sistema de alarme acústico a cada 30 m de caixa e na portaria. Além deste, deve instalar-se um sistema de intercomunicação, conforme 14.2.3.5.
14.2.3.4 A organização do edifício deverá permitir que se responda eficazmente a chamada de resgate em um prazo razoável.
14.2.3.5 Um sistema de intercomunicação, ou dispositivo similar, alimentado pela fonte de emergência referida em 8.16.3, deve ser instalado entre o interior da cabina, a casa de máquinas e a portaria.


ABNT NBR 15597 - Subseção5.2.2

Exatidão de nivelamento e parada.

De especial importância, a precisão de parada e nivelamento deve estar de acordo com:

- A exatidão de parada do elevador, que deve ser de + ou – 10mm
- A exatidão de nivelamento de = ou – 15 mm, que deve ser mantida.


Nota: é recomendável aplicar os critérios acima a todos os elevadores


NM 207:1999 - 6.3.6 = Deve-se dispor de luz de emergência independente e automática, com uma autonomia mínima de 1h, que assegure uma iluminação suficiente sobre a(s) máquina(s), de modo a garantir a realização das operações de resgate.


NM 207:1999 – 12.5.1.2 = A marcação de nivelamento serve para verificar, a partir da casa de máquinas, se o carro está dentro da zona de destravamento. Portanto esta marcação pode ser feita nos cabos de tração, no cabo do limitador de velocidade ou na fita seletora.